13 raças de cachorros que já se extinguiram. A número 8 comia humanos!


Quando dizemos que o cão é o melhor amigo do homem, temos toda a razão, pois poucas vezes é possível encontrar um amor tão leal quanto dos nossos mascotes. Porém, a realidade é muito diferente, já que os seres humanos, com seu escasso apreço e pouca consideração, provocaram a extinção de várias raças que existiam pouco tempo atrás. Os enfrentamentos entre as raças, além das mudanças no clima e os numerosos cruzamentos para originar novas raças fez com que muitos espécimes ficassem só na lembrança. Assim, para refrescar a memória, vamos recordar aqui quais raças desapareceram devido ao ser humano. Já adiantamos que o artigo vale a pena, porque algumas eram super curiosas.




13. Cão-zebra

Este foi o único exemplar sobrevivente de um cão que foi atacado por uma zebra. Infelizmente, não conseguiu viver tempo suficiente para originar uma nova espécie, mas realmente existem algumas fotos que provam sua existência. Não queremos ver mais uma vez o desaparecimento de alguma outra raça de cachorro, como está ocorrendo com várias espécies em todo o mundo. Por favor, se você tem um cachorro, cuide dele com responsabilidade, porque ele não é um brinquedo, não é um simples objeto que se alimenta e precisa de alguém para limpar suas necessidades, ele também precisa de amor e atenção.

12. Retriever russo

Ainda não se sabe com exatidão quando essa raça deixou de existir, mas acredita-se que foi no final do século XIX. Foi utilizado durante centenas de anos para proteger os rebanhos das populações indo-arianas nas montanhas do Cáucaso, local de ventos fortes e nevascas intensas. Podia chegar a medir 76,2 cm de altura e pesar até 45 kg. Ele era rápido e flexível a ponto de enfrentar lobos e outros predadores que ameaçavam as ovelhas de seus rebanhos. 

11. Coton de Reunion

Ainda que não se conheça muito sobre essa raça, que está atualmente extinta, sabe-se que ela tem descendentes modernos desenvolvidos posteriormente em Madagascar, com o cruzamento, principalmente, com malteses. A nova raça tomou o nome da cidade de Toliara, em Madagascar. Foi adotada pela nobreza francesa que vivia nas ilhas do Oceano Índico durante o período colonial. A FCI a reconheceu em 1970. Sua população atual, ainda que bastante reduzida, continua estável.


10. Paisley Terrier

É uma raça extinta de cão do tipo terrirer da Grã Bretanha. O Paisley Terrier foi criado principalmente para ser animal de estimação e é o progenitor do atual Yorkshire Terrier. A raça foi chamada de Paisley Terrier porque a maioria dos cães vieram do condado de Paisley e também foi conhecido como Clydesdale Terrier, por ser proveniente do Vale de Clyde, onde foram criados estes cães. Tinha uma grande camada de pelo sedoso com “franjas” nas orelhas e foi apelidado de “sedoso”. Era um “excelente cachorro doméstico e o mais conveniente para uma senhora que queria algo mais interessante que um brinquedo”.

9. Poi Havaiano

Foi utilizado pelos nativos havaianos como protetor espiritual das crianças e como fonte de alimento. Seu nome deriva de “Poi”, um alimento havaiano básico feito com raiz taro, ou inhame dos Açores. O poi era usado para engordar esses cachorros para usá-los como alimento, porque outras carnes eram valiosas demais para serem utilizadas como alimento para cães. Esses cachorros tinham o pelo muito curto e podiam ser de qualquer cor, além de ter a cabeça peculiarmente achatada.

8. Molossus

Geralmente é considerado o ancestral de cães do tipo Mastim atuais e de outras raças modernas. Cães do tipo Mastim são chamados com frequência de Molossus. Alguns estudiosos afirmam que o Molossus era um cão utilizado pelos antigos gregos para lutar. Era grande, pesado, tinha uma papada pesada e era utilizado para combater com tigres, leões, elefantes e homens em batalha. Acreditava-se que a única coisa capaz de saciar o apetite desses animais era a carne humana e por isso eram alimentados com restos de escravos e gladiadores mortos em batalha.
Esse cachorro realmente parecia um monstro, mas os próximos são iguais ou piores!

7. Kuri

É o nome maori para o cachorro polinésio. Era utilizado como fonte de alimento, já que sua carne era considerada delicada tanto para elaborar “kahu kuri” (mantas de pele de cachorro) quanto para outros ornamentos. Os dentes eram utilizados como brincos. Era pequeno, de altura baixa e aparência desagradável. Supõe-se que era um animal torpe, preguiçoso e de temperamento tímido. Acredita-se que as mulheres maoris o tratavam como animal de companhia.

6. Talbot

Era branco como a neve e foi usado e criado na Grã Bretanha, ainda que procedesse da Normandia. Tinha um olfato fino e era de estatura tão grande que se dizia que era capaz de derrubar um cervo macho em pleno inverno, embora não existam existências disso. Está extinto devido a sua carência proposital e sua necessidade de cuidado constante, mas é o antepassado mais recente dos modernos beagle e bloodhound. Sempre é representado com a língua para fora.
Os cachorros que vêm em seguida... Não consigo acreditar que foram extintos, mesmo que um ou outro não me faça falta, como o Cão Lutador de Córdoba...

5. Braco Dupuy

Foi uma antiga raça francesa de cães criados para a caça em terras planas, conhecidos por serem rápidos e flexíveis. Era branco e tinha manchas alaranjadas, além de ter um tamanho de médio para grande. Apesar da raça ter desaparecido nos dias de hoje, pelo menos em sua forma original, ela poderia ser reconstituída a partir de outras raças em feiras de cães de raça em várias partes do mundo.

4. Cão d’água de San Juan

Originário da Península do Labrador, sabe-se pouco das raças que lhe deram origem, mas é provável que seja uma mistura aleatória de antigos cães de trabalho irlandeses, ingleses e portugueses. O número de exemplares começou a cair na passagem do século XIX para o XX. No início da década de 1980, a raça foi extinta. Eram de tamanho médio, fortes e robustos, tinham manchas brancas características no peito, no queixo, nas patas e no focinho. Foi extinto por várias razões: quando o Canadá começou a cobrar impostos pesados para quem tinha posse de cães no século XIX e quando o Reino Unido, como parte da política de erradicação da raiva, impôs um longo período de quarentena para cães de raças importadas.

3. Mastim dos Alpes

O progenitor do São Bernardo e um importante contribuidor para os mastins modernos. Foi o maior cão da Inglaterra e se misturaram com a população em geral, tendo reduzido seu número na variedade pura. Acredita-se que o “Cane Farouf”, que também é encontrado na parte dos Alpes anteriormente habitada pelo mastim dos Alpes, descende dessa raça extinta.

2. Cão Lutador de Córdoba

Originário da Argentina, era uma mistura de mastim, bull terrier, boxer e bulldog inglês. Era conhecido por seu desejo de lutar até a morte, assim como sua grande tolerância à dor. A raça era tão agressiva com outros cachorros que os machos e as fêmeas preferiam brigar entre si do que procriar. Isso, além da grande quantidade de exemplares que morriam nas rinhas de cães, levou à sua extinção. Era capaz de caçar apenas em pequenas manadas de machos e fêmeas, caso contrário, se voltavam contra seus próprios companheiros de caça.

1. Bullenbeisser

Conhecidos por serem bons caçadores, foram cães do tipo molosso de pelo curto e cor atigrada. Sua cabeça apresentava prognatismo, possuíam grande musculatura e uma mandíbula larga e forte para morder. Sua extinção se deve à mestiçagem e não foi causada pela decadência da raça. O descendente atual do Bullenbeisser é o Boxer, uma das raças mais famosas do mundo

Com informações do site Para Os Curiosos

2. Cão Lutador de Córdoba


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