Ela parecia não ter nenhuma chance, até que foi adotada por um casal disposto a cuidar dela




Em março de 2015, o casal Antonio e Manoela, chegaram até a cadela Elsa e souberam de sua história. Através de uma postagem sobre adoção no perfil no facebook de Ana Melo, que havia resgatado a vira-lata há cerca de um mês, o casal que buscava um cachorro pra adoção, foram até clínica onde ela estava internada, conhecê-la. 
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A situação da cadela Elsa, não era nada animadora, acometida por uma hemovirose, a erliquiose monocítica canina (doença do carrapato), ela lutava pra viver. Pesando apenas 3,5kg, com as 4 patas e parte de uma orelha bastante feridas por causa da doença, a cadelinha não desistia e assim, Antonio e Manoela resolveram não desistir dela também.  

Durante o tratamento, Elsa foi apresentando melhora e ganhando peso. Porém, suas patas não melhoravam e por causa do estado já avançado de necrose, dois dedinhos caíram e com isso, veio a notícia que o casal não esperava.  






A amputação
Através das veterinárias que tratavam da cadela, eles souberam que as patas da cadela precisaram ser amputadas, que não existia outro solução. Mas se mantiveram fortes e dispostos a continuar lutando do lado de Elsa, que a todo momento demonstrava força e vontade de viver. 

Ao todo, foram longos quatro meses de internação e recuperação até que finalmente, com 8kg, a cadela pode finalmente ser levada pra casa e a partir desse momento, começar uma nova vida.

Apesar de ter ganhado peso e melhorado bastante, Elsa ainda precisava de muitos cuidados.
A parte muscular ainda estava muito debilitada, então o casal começou uma botinha pra cada pata, cada uma de um tamanho diferente, feita com gaze, algodão e atadura e assim, a cachorra podia novamente caminhar.

Eles encontraram também pequenas meias com antiderrapante, que oferece mais estabilidade a Elsa e hoje, cerca de 1 ano depois de ser resgatada, ela corre, pula, sobe sofá, leva uma vida praticamente normal.

"Dia sim e outro também, temos que fazer novas botinhas para ela, pois a pele nas extremimdades das patas é muito sensível, então a noite, retiramos as botinhas do dia pra que a pele possa respirar e no outro dia, fazemos outras" contou Antônio.

É sim muito trabalhoso, mas a gratidão e a felicidade no olhar dela, compensa tudo" finaliza ele.

Veja mais fotos de Elsa:









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